terça-feira, 18 de outubro de 2016

Snap entra no topo de apps preferidos pelos jovens

Daniel Soares
7º Período


Snapchat realmente vem fazendo história e ao contrário da sua proposta de publicações, parece que o novato veio para ficar. Primeiro ele ultrapassou o Twitter, depois mudou de nome para Snap e criou seu próprio óculos. Agora, estudo comprova que ele é o aplicativo mais utilizado por adolescentes, desbancando Facebook e Instagram.
De acordo com pesquisa da empresa de investimento Piper Jaffray, 80% dos teens usam a plataforma pelo menos uma vez por mês, bem mais do que os 74% que diziam curtir a rede social meses atrás. Instagram aparece em segundo, com 76% das preferências mensais dos jovens.
Ao analisar o relatório, o mais interessante é o impacto que o Snap teve no Facebook, mostrando que os com menos idade estão deixando de curtir a rede de Mark Zuckerberg.
Segundo a instituição, das 10.000 pessoas perguntadas, apenas 52% usam o Facebook em um período de 30 dias, sendo que no ano passado eram 56%.

Exposição "Liberdade"



Rebeca Amorim
7º Período

Exposição "Liberdade"
(Foto: Rebeca Amorim)
Você conhece aquela música: "Liberdade, liberdade! Abra as asas sobre nós, e que a voz da igualdade seja sempre a nossa voz”? O Fotógrafo Henrique Esteves abriu caminho para esse assunto com sua exposição “Liberdade!” que representa a Umbanda e a luta contra injustiças e preconceitos diretamente ligados às religiões afrodescendentes.

A umbanda é uma religião que nasceu há mais de 100 anos no Brasil e absorveu conceitos cristãos, afros e indígenas. Considerada como “religião que fala aos humildes, simbolizando a igualdade que deve existir entre todos os irmãos.” Zélio Fernandino de Morais
Exposição "Liberdade"
(Foto: Rebeca Amorim)

Exposição "Liberdade"
(Foto: Rebeca Amorim)

Exposição "Liberdade"
(Foto: Rebeca Amorim)


Henrique mostra a fé, a religião, o respeito e os costumes através da sua exposição. Segundo a Coordenadora do Museu da Justiça, Ana Cohen “Conheci o Henrique na comemoração da consciência negra onde vi o trabalho dele. Como a questão da liberdade religiosa é um tema atual, percebi a relevância de abrir esse diálogo com o público através da exposição no Museu.”

Quando questionada sobre a responsabilidade de levar essa exposição ao Museu do Tribunal de Justiça e se essa experiência a trouxe liberdade, ela respondeu que “Com relação à coordenação, propor para a instituição abraçar essa proposta foi libertador. Acredito que a liberdade requer responsabilidade, e isso tem haver com ter consciência da importância do trabalho que se quer mostrar. Ficamos sempre atrelados ao direito como tema principal das exposições, porém, faltava dar voz a visão do artista que é a expressão livre dos entraves formais da instituição. Dar espaço a essas vozes me traz liberdade.”


Exposição "Liberdade"
25/07 a 26/10
3ª andar – Sala de Exposições
2ª a 6ª das 10h às 18h
Sábados das 13h às 17h
Museu da Justiça
Rua Dom Manuel, 29

Fim de políticas públicas impediria metade dos jovens de entrar em uma universidade

Daniel Soares
7º Período


Uma pesquisa divulgada ontem pela ABMES (Associação Brasileira de Mantenedoras do Ensino Superior)apontou que cerca de 50,5% de jovens que planejam ingressar em uma universidade não têm condições financeiras de pagar uma mensalidade integral do curso. Já 37,3% conseguem custear mensalidades de um curso superior numa faculdade particular e 12,2% disseram que talvez tinham condições. A pesquisa foi realizada com mil pessoas pelo Brasil com ensino médio completo e com idade entre 18 e 30 anos.
O estudo tratou também da redução de investimentos na educação pelo governo federal e a maioria das pessoas participantes da pesquisa, cerca de 75%, disse que é contrária ao corte. Sobre a cobrança de mensalidades por universidades públicas, mais da metade (57,3%) também foi contra a proposta.
A pesquisa apontou que a maioria das pessoas optam por uma universidade pública. “Essa questão mostra a importância do estado como agente que permite a inclusão social através da educação”, conta o cientista político Adriano Oliveira. Ele ainda afirma: “Se no Brasil fosse o mesmo sistema dos Estados Unidos (onde universidades públicas cobram mensalidade), esse sentimento de que as privadas têm qualidade inferior à pública não existiria”. Para Janguiê Diniz, presidente da ABMES, as faculdades privadas “têm alcançado melhores índices de qualidade”.
Quanto a participar de algum programa de auxílio de custos de uma faculdade particular, em relação aoProUni (Programa Universidade para Todos) – que concede bolsas parciais e integrais, tendo por base a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) – 57,9% tentariam ingressar no programa, 38,1% não têm interesse no auxílio e 4% não definiram a resposta. Já sobre o Fies (Fundo de Financiamento Estudantil), 50,3% dos entrevistados tentariam esse programa, 41,4% não tentariam e 8,3% não souberam responder. O Fies é um empréstimo realizado pela Caixa e pode cobrir até 100% da mensalidade, dependendo da renda familiar, e o estudante paga juros de 6,5% por ano até a conclusão do curso.

Patrimônio Artístico e Cultural deixado para ser destruído

Fazenda Colubandê e Capela de Santa'ana estão ao "relento" 

Por Jorge Luiz 
7º/8º Período 

   

Capela de SAnta'ana e a casa principal - foto Jorge Luiz









Placa indicativa/construções centenárias - foto Jorge Luiz









Conheça a publicação “Inova Escola” e faça o download de graça

Daniel Soares
7º Período


No começo deste mês, a Fundação TelefônicaInstituto Natura e o instituto LABi, lançaram o Inova Escola. Mais do que uma coletânea de casos bem-sucedidos de inovação, ou ainda um passo-a-passo para inspirar quem é apaixonado por educação, Inova Escola é uma publicação que apresenta sugestões, orientações e evidências de transformações em escolas nacionais e internacionais, incluindo as que integram projetos como “Escolas que Inovam” e “Escolas Rurais Conectadas”.
A publicação tem como intuito incentivar, provocar e disseminar a adoção e o compartilhamento de práticas inovadoras em escolas onde exista o desejo de transformação, uma vez que o modelo de ensino tradicional se mostra cada vez menos eficaz e desinteressante para os jovens de hoje.
A principal missão na construção do material é a busca de transformações que melhorem a qualidade da educação que hoje é oferecida aos  jovens. Uma educação que os prepare, de fato, para serem cidadãos do século XXI. Há muita coisa acontecendo, muita gente buscando o mesmo, traçando os próprios caminhos e chegando a soluções bem diferentes umas das outras. Era preciso entender melhor como esses processos acontecem na prática, no dia a dia. Eles foram então conhecer mais de perto experiências de transformações em mais de 30 escolas, consideradas referências na inovação educacional no Brasil e no mundo.
Essas experiências mostraram que, independentemente de quaisquer fatores, a inovação só aconteceu quando aquela ideia, mesmo que pequena e despretensiosa, conquistou quem estava ao seu redor, fazendo com que todos se sentissem pertencentes e responsáveis pela transformação, resultando em novas ideias, que engajaram ainda mais pessoas.
As perguntas iniciais que nortearam a pesquisa – presencial ou em forma de pesquisa on-line – foram feitas sempre com o objetivo de se chegar o mais perto possível do “como” aconteceram os processos nas escolas. Foram ouvidos diretores, professores, coordenadores pedagógicos e estudantes e, claro, não foi encontrada uma receita mágica para compartilhar com você. Não há fórmula para que a transformação aconteça instantaneamente na escola.
É proposto às escolas que inovem! Dê visibilidade à inovação que está participando. Procurem sempre saber o que outras escolas estão fazendo, como estão inovando, troque experiências. Alimente a cultura da inovação: indique leituras, vídeos, experiências. Estimule a equipe da sua escola a postar (em murais físicos ou virtuais) suas experiências.

Exposição "Rocinha: Paraíso Tropical ou Inferno Astral?"



Rebeca Amorim
7º Período






 Exposição "Rocinha: Paraíso Tropical ou Inferno Astral?"
(Foto: Rebeca Amorim)
A exposição sobre A Favela da Rocinha, considerada bairro por decreto municipal, para uns é como um Paraíso Tropical, mas para muitos é um Inferno Astral.

Essa é a base para a exposição que abrange esse dilema entre contrastes e confronto de quem vive e circula pela Rocinha. A população varia entre 100 mil a 180 mil habitantes, localizado entre dois bairros nobres, Gávea e São Conrado. Todo esse território contendo culturas e diversos tipos e estilos de habitantes contam com apenas uma Unidade de Pacificação.

As fotografias da exposição foram feitas desde 1987, percorrendo por diversos conflitos, invasões policiais, entre diversos acontecimentos.
Algumas das imagens expostas foram apresentadas em 2011 no Seminário Internacional na França sobre Habitações Populares na École Nationale  Superieure d'Archicteture de Paris la Villette.

 Exposição "Rocinha: Paraíso Tropical ou Inferno Astral?"
(Foto: Rebeca Amorim)


 Exposição "Rocinha: Paraíso Tropical ou Inferno Astral?"
(Foto: Rebeca Amorim)

O Diretor do Museu da Justiça do Rio de Janeiro, Marco Sampaio, falou um pouco sobre a exposição:
Como a ideia de levar esse tema ao Museu aconteceu?
Marco: A Exposição nasceu de uma conversa minha com o fotógrafo Alcyr Cavalcanti que visitou a exposição “Dez Crimes que Chocaram o Rio de Janeiro. Pois, quando era repórter fotográfico ele trabalhou em três dos dez crimes. Ele me falou que tinha vontade de expor fotos suas, dando ênfase ao seu trabalho de quase 30 anos na Rocinha.
Por que a Rocinha? O que acredita transmitir para os visitantes com esse projeto?
Marco: A escolha se deveu, portanto, ao talento do fotógrafo e a relevância do seu trabalho e do tema. E Esperamos que os visitantes tenham a exata noção do cotidiano de uma das maiores comunidades do Rio e do Brasil. Violência, beleza, cultura, obras sociais, pobreza e por aí vai.
Exposição " Rocinha: Paraíso Tropical ou Inferno Astral ?"
20/07 a 22/10
3ª andar - Salão dos Espelhos
2ª a 6ª das 10h às 18h
Sábados das 13h às 17h
Museu da Justiça
Rua Dom Manuel, 29

Exposição "Filhos"


Rebeca Amorim
7º Período





"Exposição Filhos - Eurivaldo Bezerra"
(Foto: Rebeca Amorim)

O Museu da Justiça, tem tido como objetivo impactar e sensibilizar os visitantes em suas últimas com temas sociais e de reflexão, esse também foi o foco que os fotógrafos Luiz Garrido e o também fotógrafo Eurivaldo Bezerra, o autor do livro Filhos, que inspirou a exposição fotográfica, tiveram ao levarem a exposição “FILHOS” para o Museu.

Eurivaldo Bezerra em seu livro, retrata a adoção e como é ser pai de três filhos adotivos. As fotos seguem o Estatuto da Criança e do Adolescente, o ECA, que é a Lei que dispõe sobre a proteção dos menores e tem por finalidade assegurar-lhes todas as oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade. Com isso, Luiz consegue de forma simples e objetiva transmitir o sentimento e a inocência das crianças que esperam pela adoção.




"Exposição Filhos"
(Foto: Rebeca Amorim)



Crianças que esperam por adoção - "Exposição Filhos"
(Foto: Rebeca Amorim)

O assunto adoção pode ser para uns algo distante ou para outros assunto de muita proximidade, o que vale é não deixar de conhecer como e porque é um caminho para alterar e transformar vidas e também questionar as leis que o Brasil impõe sobre a tema.




Entre as fotografias, a exposição chama atenção para um importante fato retirado do livro Filhos, onde Eurivaldo levanta dados sobre a adoção no país e mostra que nos sistemas existe cerca de cinco famílias para cada criança, segundo o conselho Nacional de Justiça. mas o principal bloqueio encontrado da lei atual é solicitar a reintegração da criança À família biológica por tempo indeterminado.
Exposição "FILHOS"
12/07 a 25/10
2ª andar - Salão dos Passos Perdidos
2ª a 6ª das 10h às 18h
Sábados das 13h às 17h
Museu da Justiça
Rua Dom Manuel, 29