quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Por: Camila Moreira Silva
7° Período / Campus: Madureira

PM estoura bingo clandestino que funcionava em igreja desativada na Tijuca




Policiais do 6º BPM (Tijuca) estouraram um bingo clandestino, nesta terça-feira, que funcionava em uma Igreja Metodista, na Rua Dr. Otávio Kelly, na Tijuca, Zona Norte do Rio. Na ação, oito pessoas foram presas.
Segundo o batalhão, os PMs conseguiram apreender ainda 50 máquinas caça-níqueis, um notebook, um monitor e um DVR (sistema de gravação de vídeo que impulsiona vendas de TV por cabo ou por satélite digital). A ocorrência foi registrada na 19ª DP (Tijuca). 
Na entrada da igreja tem várias câmeras de segurança para vigiar os clientes. De acordo com vizinhos, um vigilante ficava durante o dia na porta da instituição. O local fica em frente a vários prédios e a rua é muito movimentada. A Polícia Civil interditou o local nesta quarta-feira.
     Em nota, a Igreja Metodista afirmou que só funcionou no local até junho deste ano. 
Atualmente os cultos da igreja mudaram para a Rua Engenheiro Adel, n° 25 – Tijuca.
ARTE, CULTURA E RESISTÊNCIA NA FAVELA DA MARÉ
Luiza Rocha - 7º Período
Campus Madureira

A Favela da Maré, localizada na zona norte do Rio de Janeiro, tem sido comumente pauta nos jornais e noticiários da cidade, devido a violência do tráfico e das constantes operações da polícia militar no local. O que pouca gente sabe é que no local também reside desde 2006 o Museu da Maré, que surgiu com com a proposta de romper com paradigmas identitários e estereótipos, e reforçar uma outra leitura da favela como lugar de história, cultura, e afeto. Com bastante frequência acontece no museu eventos com apresentações de grupos de dança e teatro de artistas residentes, além da Orquestra Maré do Amanhã, formada por crianças e adolescentes de escolas públicas do Complexo da Maré, e encontros e palestras com políticos, professores, e pesquisadores universitários, que também militam pela história da comunidade como local de potência e resistência cultural.

                                       

O outro ponto de arte e cultura do Complexo da Maré, é o Centro de Artes da Maré, que atualmente conta com as exposições "Mostra Diálogos Ausentes" em parceria com o Observatório de Favelas e "Conceição Evaristo", em homenagem a escritora e ativista do movimento negro. O evento é gratuito e acontece até 10 de dezembro.






A Vida Acadêmica dos Universitários

Eduardo Macedo/ 6° Período/ Campus Madureira

Pode parecer estranho a primeira vista, mas a vida universitária vai além das aulas e da biblioteca. Existem várias atividades que um graduando pode realizar para aproveitar ao máximo um curso de graduação, como participar de congressos, simpósios e seminários.

Para quem não conhece, Congressos são os principais encontros acadêmicos e profissionais dos quais os alunos podem participar. Normalmente conta com palestras, quanto com grupos de trabalhos (nos quais autores apresentam os trabalhos que realizaram) e workshops práticos.

Exemplo de Congresso voltado para universitários apresentarem trabalhos.

São vários temas que se relacionam com uma área, ou um assunto maior. Cada painel costuma dar um aprofundamento teórico e prático distinto. Sendo que posteriormente, os ouvintes presentes têm a oportunidade de formular perguntas e comentários.

Já os Simpósios são reuniões especificamente desenhadas para discutir um único tema, um objeto mais recortado de estudos. Por essa razão, costumam ser de duração menor, em uma única parte do dia, por exemplo. Em geral, os painelistas apresentam opiniões e trabalhos que eles vêm desenvolvendo anteriormente, sem necessariamente ter resultados concretos e substanciais para apresentar ao público.



Enquanto isso, o Seminário é uma palavra derivada de "semente" e do verbo "semear". Se  pensar na lógica acadêmica envolvida nessas palavras, na verdade estamos iniciando debates, lançando algumas ideias ao público, que podem ou não vingar. É uma forma de discutir temas mais inovadores, pouco estudados pelo grande público. São eventos mais focados, porque geram debates mais direcionados e intimistas. Ao contrário dos congressos, são menos painéis e eventos paralelos ocorrendo simultaneamente. 

Enfim existem diversos motivo pelos quais os universitários precisam participar desses eventos acadêmicos durante a graduação. Mas o principal é pelo aproveitamento máximo da universidade e fazer contato com outros profissionais da área, além de adquirir conhecimento além da sala de aula.



Por: Camila Moreira Silva
7° Período / Campus Madureira


Temporal abala estruturas em Nova Iguaçu


A Baixada sofreu com as chuvas deste final de semana e Nova Iguaçu foi uma das cidades mais castigadas, por não dispor de estrutura para casos de temporais. Em apenas quatro horas de chuva, que começaram no sábado, as ruas do centro já estavam alagadas e os estragos espalhados por dezenas de bairros.

 A situação se agravou mais no domingo (19) e até as 14 horas de ontem a subsecretaria de Proteção e Defesa Civil havia registrado 20 ocorrências. Mas não houve vítimas, nem pessoas feridas, desabrigadas ou desalojadas. Apenas alagamentos, quedas de muros, poste e árvores, enxurradas e inundações. Em poucas horas de chuva o centro de Nova Iguaçu se tornou um mar, principalmente às margens da linha férrea, na Rua Bernardino de Melo, próximo à estação, onde muitos veículos que arriscaram a travessia ficaram enguiçados, por a água alcançava o meio da porta. 


Só ônibus conseguiam a travessia sem dificuldade. Do outro lado da cidade, as ruas Nilo Peçanha, Otávio Tarquínio, Luiz Guimarães e Coronel Francisco Soares, se tornaram verdadeiras correntezas, alcançando mais de 50 centímetros de altura às margens da via Dutra.

Nos bairros, houve queda de árvores em Rodilândia e Santa Eugênia, enquanto as localidades de Comendador Soares, Austin, Cabuçu, Prados Verdes e algumas regiões do Km-32 ficaram debaixo d’água, principalmente com o transbordamento de rios e valões que cortam essas regiões. Houve queda de poste na Rua Rosiléia Ribeiro, em Jardim Palmares, e muros em Morro Agudo, Cacuia, Jardim Alvorada, Palhada e Austin. 

A enxurrada também fez estragos no bairro Jardim Nova Era, bem como em outros situados no corredor da Estrada de Madureira. Houve inclusive, informações de rachadura no viaduto Padre João Musch, no centro.  Mas a Defesa Civil não constatou perigo. O Bairro Botafogo, próximo à UPA, ficou alagado e Figueira coberto de lama.




           A falta de política do governo, no sentido de proteger a população contra temporais, fez a subsecretaria de Proteção e Defesa Civil montar um rigoroso esquema de trabalho, com equipes de atendimento 24 horas, onde ninguém deixou de ser atendido. 

Para fazer contato, basta discar 199 ou 3779-0660. O tenente-coronel Ribeiro Lopes, subsecretário da pasta, setor com status de secretaria, vai apresentar no mês de dezembro, o mapeamento das áreas de risco que precisam de proteção, cujo levantamento já está sendo feito. 

Ele trabalha em conjunto com o major Vilson Santos, superintendente de Proteção Comunitária. Para eles, nenhuma cidade do mundo está pronta para as manifestações da natureza. 




Transtornos de Sociopatia e Psicopatia na Sociedade
Eduardo Macedo/ 6° Período/ Campus Madureira.


O setembro amarelo que tratava sobre a prevenção do suicídio já passou, mas existem outros problemas que envolvem o psicológico humano que merecem também um pouco de atenção da sociedade. Estou falando da psicopatia e da sociopatia, dois males que muitas pessoas não conseguem entender, algumas tentam tratar desses problemas como se fossem algo diferente, mas a verdade é que encontrar a diferença entre esses dois problemas é complicado, pois os dois termos são sinônimos para um tipo específico de transtorno de personalidade.

De acordo com a Classificação Internacional de Doenças (CID-10), o termo oficial para designar um psicopata ou sociopata é personalidade dissocial ou antissocial. "A psicopatia é um termo muito confuso historicamente, sendo que, hoje, se refere a apenas um dos oito transtornos de personalidade existentes", pelo menos é o que diz o psiquiatra forense Daniel Martins de Barros, do Hospital das Clínicas, em São Paulo. Ou seja, a associação que, em geral, fazemos do termo psicopata com um assassino frio, como um serial Killer, não passa de um mau uso do temro.


Cena icônica do filme O Iluminado, em que o personagem  Jack Torrance, interpretado pelo autor Jack Nicholson, tem um surto psicótico. 


A sociopatia e a psicopatia não são ainda totalmente compreendidas, mas de acordo com pesquisadores e estudiosos da área, sabe-se que são diferentes. Sendo assim, os profissionais da área de saúde mental, focam em estudar sobre o transtorno de personalidade antissocial, que engloba as duas condições, embora elas não sejam diagnosticáveis separadamente por terem algumas características em comum, incluindo:


  • desrespeito à lei e às normas sociais
  • violação dos direitos de outras pessoas
  • impossibilidade de sentir remorso ou culpa
  • tendência a comportamentos violentos 
Além de manifestar os sinais apresentados logo acima de transtorno de personalidade antissocial, uma pessoa sociopata também exibe outras características, geralmente relacionadas a uma deficiência, enquanto a psicopatia pode ser descrita como a total falta de consciência. Esse tema tornou-se tão relevante que chegou a ser abordado em uma das novelas da Rede Globo de televisão, no horário nobre.

Seguindo essa linha de obras de ficção, existe uma vasta gama de obras literárias que explicam esses problemas e falam sobre esses assuntos na sociedade, tais como: Pequeno Manual de Psicopata, Como Identificar um Psicopata, Livro Diário de Um Psicopata entre outros. 

Porém, é importante que a sociedade tenha em mente que nem sempre ser um sociopata faz alguém necessariamente um criminoso ou uma má pessoa, sendo um diferencial para o psicopata.

Natal para todos

Por: Deriellen Leal
7º período / Campus: Madureira


Preparação da ceia de natal

No dia 18 de novembro às 19:00 horas, foi realizada uma ceia natalina para os moradores de rua, na Praça da Liberdade, no Centro de Nova Iguaçu. Todo ano o Projeto Alimentando Vidas realiza uma ceia para os moradores de rua oferecendo comidas, bebidas, roupas, sapatos e brinquedos para as crianças. Tudo que é distribuído é novo doado por voluntários ou comprado com o dinheiro que é arrecadado através da venda de camisas do projeto. 
São oferecidos também os mesmos serviços que são feitos ao longo do ano, como o corte de cabelo, porém é oferecido também o corte feminino, além de kits para limpeza pessoal. Grupos de voluntários também tocam músicas ao vivo para celebrar.
Lembrando que o projeto não tem ajuda governamental, tudo é feito por voluntários. 

Fazer o bem sem olhar a quem

Por: Deriellen Leal 7º período / Campus Madureira


Voluntários entregando alimento para os moradores de rua.



O projeto alimentando vidas, toda ultima sexta feira do mês entrega alimentos, bebidas e roupas para os moradores de rua que se encontram na Praça da Liberdade, no centro de Nova Iguaçu. Além das coisas que são distribuídas é oferecido outros tipos de serviços como corte de cabelo, medição da pressão e é feito um culto com músicas para eles. Tudo que é oferecido é totalmente de graça, tudo é arrecado através de doações, feitas por pequenas empresas e pessoas que são voluntárias do projeto.
O projeto Alimentando vidas, existe há mais de 5 anos e vem crescendo cada vez mais, no começo era apenas o fundador do projeto, o senhor Claudio de Britto e sua família, hoje o projeto conta com mais ou menos 30 voluntários fixos. 
Para arrecadação de verbas é vendida a camisa do projeto. O senhor Claudio além desse projeto com os moradores de rua, ele também ajuda orfanatos e asilos com comidas, roupas, brinquedos entre outras coisas.