quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Tributo ao Pearl Jam com a banda Tchopu




Por Ana Carolina Nunes (7º período)



Neste sábado, dia 27 de setembro, no La Esquina Teatro Bar, os fãs do Pearl Jam poderão curtir a banda carioca Tchopu, que faz um tributo à banda norte americana, e que vem conquistando o público e lotando as casas de show por onde passam. No set list mais de 20 músicas do PJ num show que costuma ultrapassar duas horas de duração.
Romulo Padotzke, 36 anos, é vocalista do Tchopu e fundou a banda em 2002. Além da homenagem que fazem ao Pearl Jam, eles têm um trabalho autoral respeitado pelos fãs. Padotzke é o responsável pela grande maioria das composições da banda.
                Ruana Faria, 26 anos, é gerente financeiro e fã do Tchopu. Ela conta que acompanha a banda há cerca de um ano, desde que começaram a realizar os tributos, e que é difícil perder um show. “Conheci o trabalho do Tchopu em abril e fui conquistada. Eles tocam tão bem quanto o Pearl Jam, além de cativar o público com sua simpatia”, afirma Ruana.


Ruana Faria no show do Tchopu no La Esquina em agosto de 2014



Romulo, o frontman da banda, revela que nunca foi fácil se manter firme no projeto musical, mas que em meio a muitas dificuldades nunca deixou de acreditar neste sonho.
"Encontrei pessoas que decidiram viver o mesmo sonho. Especialmente fortes, talentosos e amigos leais! O "campo de mérito" deveria ser atravessado, então as pessoas certas precisavam se encontrar: Rome, Sergio, Gabriel Z, Nyck e Bruno! Muito em breve o mercado dará o seu "crivo" e nós estaremos lá!", comenta.
O La Esquina Teatro Bar fica localizado na Rua Men de Sá, 82, sobrado. Próximo aos Arcos da Lapa.
O show custa 30 reais e começa às 23h. A lotação da casa é de 200 pessoas.





Campeonato de Skate - Niteroi Sk8 Downhill reune amantes do Esporte mesmo sob forte chuva

              Neste domingo, 21 de setembro, ocorreu o campeonato de skate - Sk8 Downhill, em Boa Viagem - Niterói. O evento contou com 90 inscritos em categorias que iam desde iniciante e amador até profissional. A forte chuva não atrapalhou o ânimo dos competidores, que desciam as ladeiras em seus "carrinhos" e realizavam manobras, sendo julgados de acordo com a dificuldade, estilo e velocidade de cada movimento. 

         Por ser totalmente relacionado ao estilo de rua, o Sk8 Downhill 2014 contou com outras atrações também relacionadas a street art, como a exposição "Urbanidades" e grafite sendo feito ao vivo! Para manter a galera animada, o som do rap também se fez presente com duelos de Mc's, com grandes destaques deste ramo musical, como: Família Conjutivite, Oriente, Caixa Baixa, dentre outros. 

              Foi destaque, nesta terceira edição do evento, a participação de meninas que enfrentaram o mal tempo e realizaram manobras na descida da Boa Viagem, demonstrando que esse não é mais um esporte só para os homens.

Participante da categoria feminina

              Em geral, o evento foi muito apreciado pelo público - que tem crescido continuamente nos últimos anos. Toda a estrutura do Sk8 Downhill 2014 foi baseada no estilo e cultura de rua, sendo o skate o esporte mais relacionado a este modelo. O skatista amador Roberto Coelho, esteve presente e nos contou o que achou das atrações. Vale conferir:        

Entrevista com participante: Roberto Coelho

Escrito por:
Bárbara Rubim (oitavo período)

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Entrevista com baiana da Acadêmicos do Salgueiro

Por: Tatiana Considera - 7º Período

O ano já está na sua reta final e muita gente já está pensando no carnaval e as escolas de samba já estão em com os preparativos a todo vapor. Por esse motivo fiz uma rápida entrevista com Luiza Fernandes, carioca de 59 anos que desfila no Salgueiro há 12 anos.

Luiza em ensaio técnico do Salgueiro

Escute a nossa entrevista: Áudio da entrevista

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Erasmo Carlos faz show em Niterói no próximo sábado

Por Marina Rocha (7º período)

No melhor estilo rock'n roll, Erasmo Carlos está de volta à Niterói! O Tremendão vai subir no palco do Bar do Meio, em Piratininga, no próximo sábado (27). O artista vai apresentar sua turnê Gigante Gentil, disco lançado esse ano, que leva um dos apelidos dados ao astro.


O CD tem 11 faixas compostas por Erasmo, com participações de Caetano Veloso, Nelson Motta e Arnaldo Antunes. O trabalho foi elogiado por Lulu Santos e pela crítica musical, que destacou a sofisticação dos arranjos.

No show, o artista também relembra clássicos como Sentado à Beira do Caminho, Mulher, Gatinha Manhosa e Festa de Arromba. A apresentação será um presente para fãs como o músico Eduardo Camacho, que vai tentar abrir um espaço em sua agenda de shows para assistir o ídolo.

“É uma honra receber Erasmo Carlos em Niterói. Ele é um forte e relevante nome da música brasileira, participou de diversas fases musicais. O cara é um defensor do estilo rock de viver, de levar a vida, de vestir, de tocar e cantar. É assim que eu vejo este Gigante Gentil”, afirma e deixa o recado: “Erasmo, pode vir quente que Niterói está fervendo para você”.

Mais uma novidade é que em 2015, as histórias do artista vão parar nos cinemas. O livro Minha Fama de Mau vai virar um filme dirigido por Lui Farias.

O Bar do Meio abre às 22h. O valor do ingresso é de R$ 80, na mesa comum e R$ 100 mesa premium. A bilheteria funciona de terça a sexta, de 9h às 20h e sábado de 13h às 20h. O endereço é Avenida Almirante Tamandaré 810, Piratininga.

Confusão nos números dificulta localização de residências em bairro de Niterói

Por Rômulo Martins (7 período)

Se você tem um amigo que nunca visitou, pretende visitar, e ele mora na Rua da Amizade em Itaipu ou localidades como Balneário e Maravista neste mesmo bairro, é bom se certificar bem do endereço e pegar todas as referências possíveis. Os números são tão confusos, com lotes e quadras pulando 10 algarismos e até 100, que até mesmo os moradores se confundem com a numeração nas ruas, que dirá, carteiros e prestadores de serviços. Somente depois de muitas idas e vindas pelas ruas, às vezes até passando pelo endereço sem perceber, é que se consegue encontrar o local desejado. Aja fôlego e paciência.

O carteiro Davi Soares, de 42 anos, já gastou muita sola de sapato e pedalou muito para conseguir entender a numeração da maioria das ruas de Itaipu. Para ele que visita uma média de 25 ruas por dia para entregar correspondência à confusão sempre foi grande. Somente agora após oito anos de trabalho na região, é que  ele se acostumou, mas diz que assim ainda apanha um bocado para encontrar alguns endereços.

- A gente vai se acostumando, mas a numeração é uma loucura. Quando você chega ao final da rua achando que o número está ali, que nada, está do outro lado no final da rua. Temos que voltar todo novamente. Próximo à praia e na praia então, o negócio é tentar conhecer as pessoas pelo nome, porque senão não acha o endereço. Gente nova que trabalha aqui área prestando serviços sofre muito – afirma o carteiro.

Fazer visita a uma amiga então pode se tornar um verdadeiro martírio. A professora Viviane Azevedo resolveu recentemente visitar uma amiga de escola que não via há muito tempo. De endereço nas mãos, lá foi ela para a Rua da Amizade. Ela se lembra de ter subido e descido a rua que fica atrás do cemitério em Itaipu, umas três vezes. Quando já estava desistindo, resolveu ligar para amiga pelo celular. Também não deu certo, seu celular estava descarregado.


- Foi uma loucura. Eu sempre tenho pouco tempo e estava louca para ver minha amiga. Acabei descendo, indo na farmácia comprar cartão de telefone e ligando de orelhão. Minha amiga foi me buscar de carro, do contrário eu ia desistir – disse a professora.

Na dúvida do número ou lote, algumas residências colocam os dois


domingo, 21 de setembro de 2014

Uso de energia solar ainda é pouco explorada em Niterói

Reportagem: Chailon da Conceição (7º Período)
Foto: Chailon da conceição
Mesmo o Brasil sendo um país tropical com extensão continental em que o sol é comum a praticamente todos os dias do ano, essa fonte energética ainda é ignorada por boa parte das cidades. Um exemplo disso, é Niterói, ex-capital do Rio de Janeiro e que somente este ano passou a contar uma região iluminada pela energia solar. Segundo especialistas, explorar o potencial solar será uma alternativa para afastar o risco de racionamento cada vez que o nível dos principais reservatórios baixa com a escassez de chuva.

Na comunidade tradicional do Quilombo do Grotão, no Parque Estadual da Serra da Tiririca, em Niterói,  a iniciativa foi recebida com ar de felicidade pelos moradores. As placas fotovoltaicas foram instaladas no segundo semestre deste ano pelo projeto Quilombo Solar. Além de promover uma fonte limpa, gratuita, renovável, jovens da comunidade recebeu orientações e descontos em sua conta de luz com o excedente da produção.

Foto: divulgação
Segundo a responsável pelo projeto, Vânia Stolze a iniciativa em Niterói surgiu a partir da experiência que realizada junto ao Greenpeace na instalação do primeiro sistema solar de microgeração distribuída na comunidade do Morro dos Macacos, Vila Isabel.

". Nossa busca é integrar também o maior número possível de jovens nessas ações, pois sem eles não há como estabelecer uma verdadeira melhora de qualidade de vida", ressalta.

Em grande parte da cidade a energia solar é resumida ao aquecimento de água de interiores de prédios, mas ainda de maneira irrisória na maioria dos apartamentos. Em alguns lugares do Brasil também é utilizada na indústria de eletrônica (pequenas calculadoras, por exemplo).  No mundo, em alguns poucos países, há protótipos de carros movidos a energia solar já rodam no Japão, na Alemanha e nos Estados Unidos, mas somente como experimentos a serem aperfeiçoados.

Cresce procura por cursos técnicos em Niterói


Reportagem: Chailon Conceição
Foto: Chailon Conceição

Os cursos técnicos têm uma duração menor e possibilitam a capacitação de estudantes para o mercado de trabalho. Em Niterói, a busca por esse seguimento tem se tornado cada vez mais constante.  Segundo dados da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), cerca de 9100 jovens concluíram algum tipo de atividade  no Centro de formação do órgão no bairro do Barreto até julho deste ano. Em 2013, outros 13 mil também buscaram por algum tipo especialização.  Entre os motivos para o número expressivo de formações estão as oportunidades de emprego e incentivos do governo Federal por meio dos Programas Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec)  e de Mobilização da Indústria Nacional do Petróleo (Prominp).

Para atender a demanda de mão de obra da indústria Naval e Offshore do Rio de Janeiro, hoje em plena expansão,  a Firjam realizou investimentos na unidade ampliando a capacidade para dois mil estudantes para somente para o setor.

No portfólio de cursos, fazem parte os de Aperfeiçoamento em Caldeireira, Caldeiraria de Fabricação e Montagem Industrial, Instalação e montagem de Tubulação Industrial, Interpretação de Desenho de Tubulação, Soldador de Tubulação, Soldador de Estrutura, Caldeireiro, Eletricista Força e Controle, Eletricista Montador, Montador de Andaime, Maçariqueiro e Formação de Riggers. 

Brasil - Dados do Censo da Educação Superior de 2012 mostram que o número de matrículas nos cursos tecnológicos cresceu 8,5% em relação ao ano anterior. Com essa escalada, esse tipo de ensino representava, em 2012, 13,5% das matrículas na educação superior.
A busca por qualificação e especialização vinculada ao ensino superior a ser concluído em curto prazo é destacada por especialistas como um dos atrativos dessa modalidade de ensino.