quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Jornalista Modelo

Por Vitor Lopes 7° período
                                                                              (Imagem: Arquivo Pessoal)
                                           Camila apresenta também o Jornal da  Band Rio



Ex aluna de Jornalismo na UNESA, Camila Grecco, repórter da Rede Band  saiu de Niterói, onde morava, para viver no Rio de Janeiro e para ficar mais “perto do trabalho”.
Sua história com o jornalismo se deu desde cedo. Aos 11 anos já filmava notícias em seu bairro, juntamente com suas amigas. Influenciada direta ou indiretamente por seu pai, também jornalista e publicitário, Camila transformava a mesa de sua casa em uma bancada de telejornal, ao término o material era editado e exibido para os vizinhos.

O INÍCIO
No primeiro período de faculdade, a jornalista já inicia seu estágio na Rádio Jovem Pan, posteriormente seguiu para a Rádio Fluminense, onde em seu primeiro emprego já foi efetivada como jornalista. “Mesmo antes de me formar consegui ser contratada com salário razoável, para aquela menina que estava apenas começando” lembra. Parte deste êxito ela atribuí aos contatos que conseguiu quando trabalhava com moda, a as indicações puderam lhe abrir portas, ter acesso e contato com inúmeros assessores de imprensa foi algo que lhe ajudou.

MERCADO DE TRABALHO
Camila acredita que o Jornalismo vem se atualizando à medida que as novas tecnologias são inseridas na sociedade. A forma de propagar as notícias, a divulgação ganha novos meios e novas linguagens em prol de uma adequação cada vez mais ao seu público consumidor.

Para ela, a discussão sobre o fim da mídia impressa não vem de hoje. Para ela o Jornalismo vem se reinventando, mas isso não significaria a extinção dos jornais impressos. “Todos os dias nascem novas mídias, novos internautas, os jornalistas estão se voltando para o universo digital, a imprensa escrita está sendo afetada sim.  No entanto, como muitos pensam, não acredito que ela acabe”, opina a repórter.

A faculdade foi uma enorme base de conhecimento, assim como a experiência adquirida. Para a jornalista da Band, quando se está estudando é o momento de absorver a maior quantidade de prática possível. “Estar na rua é o que faz a gente virar um profissional.  Por isso sempre chamo atenção sobre a importância do estágio enquanto aluno. Sem estágio dificilmente você deixará a universidade e encontrará uma boa vaga”, ressalta.

Atualmente Camila Grecco faz parte do corpo de reportagem dos telejornais da Band, onde atua há 10 anos, exercendo também o papel de apresentadora nos jornais locais.

Já para o futuro ela pretende envelhecer com um microfone nas mãos e fazer o que acredita ter nascido para fazer, mas o ramo de assessoria pode ser uma opção quando o lado familiar falar mais alto. “Quem trabalha em redação sabe que não existe dia, nem hora. Não temos Natal, Ano Novo, nem carnaval em família. Temos hora pra sair de casa, mas não temos pra voltar. Creio que mais adiante, penso em correr para uma assessoria, ou montar algo pra mim para que possa me dedicar mais a família”, finaliza Camila.
                                                                                                        

                                                 

Niterói reforça segurança para o Natal


Por: Amanda Savastano - 4º período





Cidade de Niterói prepara programação de aniversário

Por: Leilton Rodrigues - 7º período


Leandro Roque de Oliveira, mais conhecido por Emicida traz ao povo niteroiense seu mais novo show em comemoração aos 445 anos da cidade. Confira mais sobre o evento no link abaixo:

emicida-se-apresenta-em-niteroi

Diminui o hábito de ler entre os jovens

Por: Leilton Rodrigues - 7º período

                                                          
                                                                Foto: Leilton Rodrigues
           Bibliotecária Juliana Tavares acredita
           que os livros ainda possuem uma mágica
           que ebooks não possuem

Com as facilidades tecnológicas que nos são oferecidas hoje em ia, muitas pessoas acham que o hábito da leitura se tornou chato e monótono. Pensando nisso, foi criado em 2014 o aplicativo uBook, no qual textos e livros são lidos por alguém, e ouvidos pelos milhões de usuários que o usam.
     
O aplicativo não só é muito útil para deficientes visuais, mas também é uma ferramenta que auxilia no problema da diminuição da leitura entre a “Geração touch”, por ser fácil e acessível. Para a estudante Cristina Pereira, de 18 anos, “é prático quando você está em outros lugares e não precisa carregar peso de um livro, ou quando sua visão está cansada e você não precisa forçar para ler”.
    
A procura por livros diminuiu bastante, principalmente entre os jovens. Videogames, redes sociais e séries são muito mais atraentes a este público, que cada dia lê menos. A bibliotecária da Biblioteca Popular Municipal Monteiro Lobato, Juliana Tavares comenta: “Os jovens gostam do ambiente da biblioteca, mas não se interessam pelos livros. A maioria vem aqui para usar o Wi-Fi”.
    
 Para Juliana, um dos grandes desafios de hoje é inserir os mais jovens ao mundo literário. “O digital é muito mais fácil, mais rápido e mais interativo. Eu acredito que é cômodo, dá aquela preguiça. A pessoa precisa descobrir, despertar o lado que interessa. As vezes as pessoas gostam, mas não sabem porque não leem sobre assuntos nos quais se identificam”. A bibliotecária também cita a falta de informação dessa geração. “Conheço professores que pesquisam sobre este tema, e algo muito discutido entre eles é o fato de que, para a maioria dos jovens, as fontes de informação são apenas o Google, Facebook e Whats App, e não há uma preocupação se a fonte é confiável ou não.”
    
 Os motivos que levam os jovens a lerem menos são diversos, mas se tratando da maneira que a educação lida com isso, Cristina Pereira diz: “quando estamos na escola, somos a obrigados ler livros clássicos brasileiros para que não perca a importância da nossa cultura, porém para o jovem não é interessante ler Dom Casmurro, os jovens querem livros que sejam legais e que inspirem um Harry Potter por exemplo.”.
  
  Para Juliana, que trabalha na área de Bibliotecas há mais de 20 anos, a leitura é de estrema importância para os indivíduos. “Eu vi muita mudança através da leitura”, comenta. Apesar da diminuição da procura por livros, escolas, bibliotecas e até mesmo a tecnologia devem caminhar juntas, a fim de mostrarem aos jovens que a leitura pode ser prazerosa quando eles se encontram em seus tipos de leitura favorita, e perceberem que a leitura é de extrema importância para suas vidas.

Marcelle Veríssimo se apresenta em Icaraí

Por Vitor Lopes 7° Período

A jovem cantora de apenas 16 anos, Marcele Veríssimo se apresenta no Centro Cultural Paschoal Carlos Magno, em Icaraí.

https://soundcloud.com/vtrlps/marcelle-verissimo-se-apresenta-em-icarai

ESTÁGIO: APRENDIZAGEM OU UMA NOVA OCUPAÇÃO PROFISSIONAL?

Por: Leilton Rodrigues - 7º período
                                                                                                     
                                                                                      Foto: Arquivo Pessoal
Yasmin Azeredo acredita que qualificação e facilidade 
de lidar com pessoas contribuí na vaga de estágio

Uma das funções que mais cresce no Brasil é a de estagiário, que pode ser obrigatório ou não. Toda atividade nesta área deve se enquadrar em uma dessas modalidades. Seja pela mão de obra barata, tentativa de inserir, cada vez mais cedo, os jovens no mercado de trabalho, ou pela facilidade de moldagem do profissional que chega ainda “cru”, sem vícios profissionais. A Associação Brasileira de Estágios (ABRES) aponta que no ano de 2016, dos 9.601.576 alunos de ensino médio e técnico, apenas 260 mil estagiam, ou seja, 2,7%, enquanto 8.027.297 estudantes do ensino superior, somente 740 mil estagiam, um percentual de 9,2%.

O estágio se torna em tese um complemento da formação acadêmica, onde o aluno consegue colocar em prática, o que vivencia na escola, curso técnico ou na faculdade. As empresas estão cada vez mais exigentes e acabam procurando currículos impecáveis. Não é difícil ver vagas de estágio que solicitam experiência na área. Com o passar dos anos, as empresas acabaram perdendo o objetivo inicial, que antes tinha ênfase educacional, e o estagiário ficou o estigma de mão de obra de baixo custo, uma espécie de faz tudo.

A aluna de Jornalismo Yasmin Azeredo, de 20 anos, atua como estagiária na parte de comunicação da Fundação Getúlio Vargas e diz que, em alguns momentos o fluxo de trabalho é intenso. “Através do site vagas.com, fui chamada para fazer prova de seleção dois dias depois da inscrição. Após passar, tive uma entrevista com meu gestor, e já estou lá há sete meses. Realizo o atendimento em geral, seja de forma presencial ou por email, e às vezes fico muito atarefada,”, conta Yasmin.

Embora a lei que regulamenta a situação dos estagiários só tenha sido reformulada em 2008 (a primeira tinha sido feita em 1997), algumas empresas conseguem burlar esta lei e, ao contratar os estudantes, beneficia-se das isenções, mas sem o compromisso com o processo de aprendizagem favorável à formação do jovem. Em contrapartida, os contratantes dizem receber estudantes com formação não tão qualificada, como esperavam.

Para tentar resolver estas questões, algumas organizações utilizam-se dos Trainees, que são profissionais que estejam formados em até 24 meses e o os preparam para atuação em posições de gestão. 

Pezão é mais um alvo da operação Lava Jato

Vitor Lopes 7° Período

Governador do Rio de Janeiro foi preso esta manhã pela força tarefa da operação Lava Jato. Pezão está preso em uma unidade prisional em Niterói.

https://youtu.be/AKRnsIYaxhI