sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Um novo jeito de passear pelo centro do Rio de Janeiro

Por Isabelle Villas Boas - 5° Período


Um passeio inovador pelo Rio 

Após a revitalização das ruas do centro da cidade, os turistas ganharam um novo jeito de conhecer o Rio. O VLT Carioca, veículo leve sobre trilhos, é um legado das Olimpíadas e faz parte da Operação Urbana Porto Maravilha. Ao longo de 28 km de trilhos e 31 paradas, o VLT é uma alternativa de mobilidade urbana inovadora, facilitando e dando qualidade de acesso à toda região central. Acompanhe o passeio da Estação Carioca até a Estação Parada dos Museus:


Rio recebe mais uma edição da Carioquíssima

Por Isabelle Villas Boas - 5° Período


Carioquíssima agita final de semana no Rio 

                                                                 Foto: Isabelle Villas Boas



Nos dias 2, 3 e 4 de dezembro acontece 11° Carioquíssima, a feira que reúne moda e gastronômia. Dessa vez, cariocas e turistas poderão desfrutar a edição especial Natal. O evento acontece na praça Mauá, no entorno do Museu do Amanhã e do Museu de Arte do Rio. Outra novidade é a Feira de Vinil, com os principais clássicos musicais. 

                                                                 Foto: Isabelle Villas Boas

                                                                  Foto: Isabelle Villas Boas 
                                                                                                                                                       Foto: Isabelle Villas Boas



O objetivo da feira é divulgar e dar espaço para marcas e artistas independentes. Em 10 edições, já participaram mais de 120 mil visitantes e 600 marcas. É possível encontrar no Carioquíssima peças de roupas, acessórios, artigos infantis e design. Além de variadas opções gastronômicas. Um passeio imperdível.


Carioquíssima #11
Data: 2, 3 e 4 de Dezembro. 
Horário: 12h às 20h. 
Local: Praça Mauá, Centro - Rio de Janeiro. 
Entrada franca.



O caos da limpeza urbana no Galo Branco

Mariana Duque Estrada
8° período
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O bairro do Galo Branco, em São Gonçalo, parece ter sido esquecido pela prefeitura da cidade. Ao longo de toda a Rua Guilherme dos Santos Andrade é possível encontrar montanhas lixo e entulho, em calçadas, terrenos, na praça e no meio da via.
Um caminhão foi flagrado despejando peças de carro e caixas de papelão durante o dia.

O problema não é novidade para os moradores da região. A coleta, segundo eles, nunca foi regular, mas após o prefeito Neilton Mulin perder a eleição, o problema se agravou. Há mais de 10 dias o recolhimento do lixo não é feito. 
Na única praça do bairro o mesmo cenário pode ser visto. O cheiro e a sujeira atrapalham quem frequenta o local.



Moradora do bairro há 33 anos, Dona Lúcia Barbosa diz que não tem esperança de ver o Galo Branco limpo.
"Sempre foi assim. Nenhuma prefeitura olhou pra cá, mas agora está muito pior. Tem porcos espalhados pela rua, muito pombo e urubu na porta de casa. É nojento até pra cozinhar porque o lixo apodrece na nossa calçada e não temos o que fazer", desabafa.

Esgoto a céu aberto ameça comércio em São Gonçalo

Mariana Duque Estrada
8° período
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Há mais de uma semana um vazamento de esgoto na Avenida Paula Lemos, no Mutua, região metropolitana do Rio, vem causando prejuízos ao comércio local. Segundo moradores e comerciantes, a prefeitura e a Cedae já foram sinalizadas, mas nada foi feito.


O comerciante Evandro Paiva, proprietário de um hortifruti que funciona na calçada onde ocorre vazamento tem sofrido com o descaso.
"O cheiro é insuportável. Os cliente que ainda entram aqui, reclamam demais e acabam saindo para comprar no mercado mais a frente. Meu movimento está praticamente zerado. Já liguei para todos os órgãos competente mas ninguém apareceu aqui ", reclama.


O trânsito na avenida também está sendo prejudicado. Pneus de carros foram colocados dentro do buraco para sinalizar aos motoristas que precisam desviar para o meio da rua atrapalhando o todo o tráfego.
"Já teve um acidente aqui essa semana. O ônibus desviou muito rápido do buraco e bateu em um carro que vinha na outra direção. Não foi grave mas poderia ter ferido alguém. Isso é absurdo", reclama Evandro.
Durante a entrevista, o comerciante ligou para a Cedae que informou já estar ciente do problema mas que ainda não tem uma equipe disponível para fazer o reparo.


 

Festival Vegano invade a Zona Sul

Mariana Duque Estrada
8° período
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A onda vegana invadiu a Zona Sul do Rio no último fim de semana. Mais uma edição da feira Veg Borá aconteceu no domingo (27), no Humaitá e reuniu os melhores empreendedores do ano no ramo.


Quem visitou o evento pode aproveitar o melhor da comida vegana, sucos naturais, aulas de meditação e yoga, música, cultura e arte por apenas R$20. Os organizadores decidiram unificar o preço para mostrar que é possível viver de forma saudável e sustentável sem gastar muito.
O microempreendedor Jhon Bermond, fundador e diretor de arte da empresa Arte da Terra - Pigmentos Naturais, esteve presente expondo sua arte.



"Não tenho formação acadêmica em arte, mas esta paixão surgiu em mim e passei a me dedicar a ela. Trabalho com a permacultura, a  bioconstrução e com as pinturas naturais, que mostram que podemos e  somos capazes de trabalhar com a natureza sem prejudicá-la", explica Jhon,
O evento tinha também o propósito de arrecadar verbas para ajudar a instituição "Santuário das Fadas". um abrigo que resgata animais explorados e promove o veganismo na Região Serrana do Rio de Janeiro.

A feira recebeu mais de 600 pessoas segundo os organizadores que também disseram próxima edição será em breve.

SAÚDE

Entrevista com a Podóloga Sylvia Madeo


Por Rose Madeo – 8º período

É no verão que as pessoas, mas, principalmente as mulheres, gostam de tratar do corpo. Malhar, cuidar da pele, bronzear. Porém, muitas dessas pessoas, acabam por esquecer que os pés também precisam de cuidados.

Sylvia Madeo mora em Campos do Jordão, São Paulo. Ela é podóloga há 22 anos e explica a importância de tratar dos pés.

Rose Madeo e Sylvia Madeo. Foto de Marta Coe.

O que é Podologia?
É uma ciência paramédica que cuida especificamente das doenças relacionadas aos pés.

Quais as patologias que o podólogo trata?
Onicocriptose, que é a unha encravada; Onicomicose, que é a micose da unha; Tinea Pedis, que é a micose de pele e Queratose Plantar, que é o espessamento da pele que formam os calos e calosidades, geralmente causados por atrito, pressão ou traumatismo demasiado na região. Muitas vezes, o calo é confundido com o olho de peixe.

O que é olho de peixe?
A Verruga plantar, vulgarmente conhecida como "olho de peixe", muitas vezes é confundida com um calo. Seu tratamento se dá através de cauterização que pode ser a criocauterização com nitrogênio ou com ácido nítrico fumegante. O podólogo é capaz de identificar e orientar a melhor forma de tratá-la. A verruga é um vírus e não deve ser "cutucada", pois pode contaminar áreas vizinhas causando uma "placa verrucosa", como também transmitir para outras pessoas. As cauterizações são realizadas semanalmente no consultório do podólogo, em média, são de 4 a 6 cauterizações, ou até o desaparecimento total da patologia.

Imagem da Internet

Quais os problemas mais comuns que ocorrem nos pés?
São vários os problemas, mas o que mais ocorre, são as micoses, que são causadas por fungos, principalmente na época do verão, e as unhas encravadas, por conta do corte incorreto. As pessoas costumam arredondar demais as unhas, causando o que chamamos de granolomapiogênico, que é a infecção das unhas.

Como se adquire as micoses?
O fungo que causa as micoses, pode ser adquirido em piscinas, praias e materiais não esterilizados em salões de beleza. A micose é altamente contagiosa e esses fornos ultravioletas que manicures e pedicures utilizam, não são eficazes para a esterilização, o ideal é usar uma estufa.

Qual o tratamento para as micoses?
Dependendo do grau da micose e do tempo que essa micose existe, o podólogo tem condições de tratar. A forma de tratamento é fazer curetagens no consultório, utilização de ácidos para “amolecer”, limpeza profunda na unha que está afetada, e o uso concomitante de medicamentos em casa, que é o medicamento oral receitado pelo dermatologista e os medicamentos tópicos que o podólogo indicar. É necessário ficar atento também para os calçados. Eles devem ser higienizados com antissépticos e colocados ao sol, pois eles ficam com os resíduos das unhas afetadas pela micose e podem contaminar novamente. Os esmaltes não devem ser usados, para que os medicamentos sejam absorvidos. É muito importante que o tratamento seja feito até o final, senão, a micose pode voltar.

Por que os pés descamam?
São vários fatores. Esfoliação que a areia promove, suor, porque os pés ficam mais úmidos, fungos de pele, ressecamento da pele. Existem cremes específicos para os pés, que ajudam com a prevenir a descamação.

Existe uma maneira para evitar as unhas encravadas?
Sim. Manter a unha quadrada e lixada, evitando cutucar os cantos. Costumo dizer que é um círculo vicioso. O cantinho dói, a pessoa corta o canto da unha, aí fica um buraco na lateral, enche de pele e quando a unha nasce, ela não tem mais o espaço dela, porque a pele tomou conta. A unha continua encravando, doendo e a pessoa vai lá e tira de novo.

Podologia x diabetes
Assunto grave, que merece muita atenção. Os portadores de diabetes mellitus, como é chamado, tem muitos problemas nos pés, nas extremidades em geral. Pela perda de sensibilidade, eles não percebem as lesões. As infecções nos pacientes portadores de diabetes são muito preocupantes, por ser mais difícil a cicatrização. Pode ser um calçado machucando, formando o calo, ou a unha cortada incorretamente, e a pessoa que não trata corretamente a doença, acaba não sentindo o ferimento e a infecção pode se agravar, podendo ocasionar uma gangrena, e até muitos casos de ter que amputar o dedo afetado e possivelmente o pé, por uma simples unha encravada, que no diabético não é simples. Por isso, é imprescindível sempre observar as extremidades e os pés dos diabéticos para verificar se há algum ferimento.

Saúde Pública oferece tratamento de Podologia?
É difícil encontrar hospitais públicos com podólogos. Em Guarulhos, sei que tem apenas um hospital que oferece esse tipo de tratamento. Nos hospitais, sejam públicos ou particulares, existem muitos casos em que o paciente procura um médico e o primeiro procedimento, é arrancar a unha ou fazer uma onicotomia, que é a extração de um grande pedaço da unha da lateral, onde a unha está encravada. Eu não aconselho a retirada da unha, seja completa ou parcial, porque na maioria dos casos, pode ter novamente o mesmo problema. O pós-cirúrgico é doído, a cicatrização é lenta, e se a pessoa for em um bom podólogo, ele vai resolver. Tirando a causa, o alívio é imediato. Depois, de 2 a 3 dias usando os medicamentos e aguardando a cicatrização, a cura é muito simples.

Podologia é um curso técnico ou tem curso superior?
A Podologia começou com um curso chamado Pedicuro, que é diferente de pedicure, que cuida apenas da beleza. O pedicuro desencrava uma unha e também era chamado de calista, por retirar calos. Era um curso pequeno, não tinham tantas exigências. Ao longo dos anos, foi evoluindo e passou a se chamar Podologia, que já era um curso técnico, e a pessoa já teria que ter o Ensino Médio completo e passava por provas. O curso era feito em 2 anos e meio. Quem oferecia o curso de Podologia e ainda é o melhor curso, é o SENAC. Hoje já tem o curso tecnológico, algumas faculdades oferecem o curso de Podologia. O Brasil é um dos poucos países que ainda não era nível universitário. Em outros países, como o Canadá, o curso é de nível superior, um nível paramédico de fato, e eles podem tratar de mais coisas do que o podólogo aqui no Brasil.

Podóloga Sylvia Madeo. Foto: arquivo pessoal.









quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Fotografia e as dificuldades da profissão

Por Samara Oliveira
5° período
Quem não quer ter o dia mais importante da sua vida eternizado através da fotografia?
Vivemos hoje o mundo completamente tecnológico, onde nada passa sem ser fotografado.
Portanto a procura de profissionais para este trabalho tem sido cada vez maior, seja ele para fotografar ensaios, formatura, aniversários, casamentos, noivados ou nascimento de bebês. Porém hoje com o avanço da tecnologia muitas pessoas se intitulam fotógrafos sem os equipamentos necessários até para um iniciante. Criam páginas nas redes sociais aceitando todo tipo de trabalho, até os mais delicados como o ‘’new born’’, um ensaio feito com recém nascidos de até 5 dias de vida . A dica para não ter problemas quanto ao profissional escolhido é pesquisar. Pesquisar os trabalhos anteriores, o preço (pois se engana quem quer recorrer sempre ao mais barato) e até ver se o profissional da alguma segurança, como um contrato por exemplo.
Synara Elydia de 23 anos, fotógrafa há dois anos comenta sobre algumas dificuldades da profissão.


“O desânimo, é a maior e primeira dificuldade que eu enfrento nesse ramo. Já trabalho com fotografia há dois anos e ainda não consigo viver só disso. Primeiro porque os equipamentos são muitos caros, até hoje não consegui troca-los o que é preciso. E também por conta da competitividade do mercado, infelizmente as pessoas preferem sempre procurar o mais barato mesmo sem saber se aquelas pessoas que estão cobrando tão abaixo do preço tem capacidade e se realmente vão entregar um trabalho bem feito. A fotografia é muito mais do que apertar um botão, tem que ter sentimento no que esta sendo feito, pelo menos eu não faço só pelo lucro, faço realmente porque amo eternizar momentos tão especiais na vida de alguém e de certa forma acaba se tornando especial pra mim também”.