segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Quarta edição Feira da Africanidade de Niterói


Por Augusto Paulo António 
Período - 7º

O Horto do Fonseca recebeu, neste sábado (17), a quarta edição da Feira da Africanidade de Niterói.
A feira reuniu cerca de 80 expositores, que traziam diversos aspectos da cultura afro, reafirmando a identidade dos negros. O evento aconteceu das 11h às 19h. Com uma programação cultural para entreter os visitantes com, dança do Jongo, musica, poesia e muito mais.
A maioria das expositoras eram mulheres, vindo de diversos cantos de Niterói para expor os seus produtos como; calçados, roupas, tecidos e acessórios que potencializam a origem Africana.

O Projeto da Africanidade, abre as portas para mulheres empreendedoras, que querem mostrar seus talentos e divulgar seus trabalhos. O projeto conta com a parceria da Rede Niterói Criativa, que é um projeto que abarca apenas mulheres empreendedoras nas mais diversas áreas de criação como; Artesanato, Moda, Gastronomia, Artes Plásticas e ainda acessória jurídica para mulheres.
Entrevista " Áudio"
Regina Akemi- Estilista





Entrevista com Helem Assis  - Expositora 
" Audio"

sábado, 17 de setembro de 2016

Um Pouco Sobre o Grupo de Pagode Feijão da Mesma Concha

Por: Lais Almeida
8º Período

Para conhecer melhor esse mundo de quem vive da música, o percussionista Vinnícius dos Santos, do grupo de pagode: Feijão da Mesma Concha me concedeu uma entrevista onde conta um pouco sobre a trajetória do grupo e deixa dicas para grupos que desejam sucesso na carreira.

Quantos e quem são os integrantes do Feijão da Mesma Concha? 
Somos cinco. Eu, Felipe Marques, Edson Rodrigues (Dinho), Gefferson Passos (Azul), Michael Macedo (Mineirinho).

Porque escolheram esse nome para o grupo? 
O nome fui eu mesmo que escolhi por um acaso [risos]. Foi assim, tive a ideia de fazer uma roda de samba só para reunir os amigos e familiares, tomar cerveja e comer uma feijoada. Aí no dia marcado foi maior alegria ver todo mundo junto curtindo o samba. Mas, até então não existia o projeto, foi quando pensei: todo mundo curtindo, somos amigos, vai ter pagode e feijoada. Surgiu o Feijão da Mesma Concha um nome diferente e que está ligado a união que sempre vai existir entre nós. Podemos dividir nossos bons e maus momentos e extravasar os problemas diários. Começamos a fazer a roda de samba direto até que decidimos nos tornar um grupo de pagode com agenda fixa. Todos os integrantes concordaram.                     

Como é manter um grupo de pagode na mídia hoje, visto que, já existem tantos outros grupos que fazem o mesmo que vocês?
É complicado porque precisamos inovar sempre para não ficar na ‘mesmice’, então a diferença do Feijão da Mesma Concha é essa! Manter nossa alegria para contagiar o público, as brincadeiras durante os shows, poder contar com a presença dos nossos amigos e familiares que sempre aparecem para nos prestigiar e nos incentivar a seguir com os nossos sonhos. Acho isso que deixa a gente um pouco na boca da galera e causa um diferencial dos outros grupos.

Qual é a rotina de trabalho e ensaio de vocês?
Temos sempre reuniões e ensaios para decidir algumas coisas, repertórios e tudo mais. Às vezes temos alguns estresses, mas isso é normal, pessoas com personalidades diferentes sempre gera um tipo de conflito. Tentamos fazer semanalmente nossas reuniões e ensaios. Nosso trabalho atualmente tem sido no Pub'fa, toda sexta-feira, estamos lá desde março de 2016.

Todos os integrantes só vivem da música ou possuem outra profissão?
Atualmente apenas o Edson e o Michael que exercem outra profissão que não seja tocar no Feijão da Mesma Concha, os demais só vivem como profissionais da música.

Quanto tempo existe o Feijão da Mesma Concha?
A nossa estreia oficial foi em dezembro de 2015, mas o grupo existe mais ou menos um ano.

O que você aconselharia para os grupos que estão iniciando carreira?
Diria para não desistir dos sonhos que os motiva a cada dia, sempre correr atrás dos objetivos e nunca se esquecer das pessoas que estão dispostas a ajudar e incentivar o crescimento do grupo.  Aprender a usar as frustações que podem surgir como um impulso para o sucesso.

Como os fãs ou empresários podem entrar em contato com o grupo?
Para entrar em contato com o nosso grupo basta procurar nas redes sociais: feijaodamesmaconcha, tudo junto mesmo! Estamos no Facebook, Instagram, YouTube e Soundcloud. 





sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Vlog e blog: um jeito novo de fazer dinheiro em casa

Clara Rôças 8º período

No início do século XXI, ainda com a internet discada aqui no Brasil, surge o Blog - diário digital. No começo quem fazia planos com operadoras para adquirir a internet também poderia criar um domínio para um blog. Criar sites custava mais caro, além da maioria das pessoas não saberem criar layouts complexos, no qual era preciso conhecimento em html. Resumindo: criar um blog, ou seja, um diári digital, era muito mais vantajoso: já vinha no pacote da operadora, havia layouts prontos, era só criar postagens e não era necessário mexer no código complicado para montá-lo.
Blogger da Google, criado em 1999 virou febre no começo dos anos 2000
O mundo viveu uma verdadeira febre em criar diários digitais. Era possível fazer amizades, encontrar gente com o mesmo problema, aprender coisas novas. Então surgiu blog para todos os gostos, desde os mais pessoais, críticos, tutoriais e até para ganhar dinheiro (seja por conta própria ou com a ajudinha do AdSense). Até hoje sites como o blogger do google e o WordPress são ótimos sites para quem quer criar um blog grátis. A nova mania quando se trata de blog é o famoso tumblr, nada mais que um site que permite você criar um blog, porém há seus diferenciais que explicam seu sucesso: poder postar gifs, música, fotos, escrever, seguir, responder seguidores e repostar o que está em outro. Na maioria, criadores de tumblr não escrevem um post padrão (sobre o dia-a-dia ou alguma coisa aleatória), e sim postam gifs ou imagens variadas, como um mosaico de fotos. Geralmente é escolhido um tema específico e assim se posta o que está armazenado no seu computador ou no “banco de dados” dos outros tumblers.
Nova ferramenta de blog mais procurada atualmente
De tempos para cá surgem os vlogs, que são vídeos postados com frequência no youtube onde se aborda algum tema. Isso se deve graças ao avanço da tecnologia nas câmeras digitais e a acessibilidade de preço. O vlog pode ser uma ótima opção para quem quer desenvolver o carisma, não tem tempo de escrever, quer se expor como forma de a proximidade maior com os seguidores e facilitar contato de trabalho. Como no blog é possível ganhar dinheiro também através do número de visualizações e curtidas, fazendo propaganda de produtos e claro ter a oportunidade de ser visto por alguém interessado em te contratar. Criar um vlog pode ser mais prático inicialmente do que pensar em escrever em um blog ou enfeitar o layout, no entanto, é necessário editar o que foi filmado e isso pode tomar bastante tempo. Muitos vlogueiros antes eram blogueiros, eles geralmente não abandonam os blogs, mas criam todos os tipos de redes sociais possíveis para ficar mais próximo dos seguidores e de um eventual trabalho que apareça. O mercado de trabalho está tão competitivo que há empresas que buscam vlogueiros, pois eles já possuem uma rede de contatos, boa comunicação e carisma.
Vlog: um novo jeito de ganahr dinheiro, basta ter carisma
Vlogueiros e blogueiros ganham convites, presentes, viram garoto-propaganda, viajam, ganham um salário que pode chegar a 200 mil ou mais. As ferramentas estão bem acessíveis basta só dedicação, tempo, computador, uma câmera e uma boa ideia na cabeça.

Realidade ou ficção: a evolução dos gráficos nos games

Clara Rôças 8º período

Os jogos eletrônicos tiveram seu auge com os vídeo game. Hoje em dia, podem ser jogados em games portáteis, passando por tablets e smartphones e até no computador. A história dos vídeo games se deve a Ralph Baer. Considerado o “pai” do vídeo game (antes chamado telejogo), Baer foi responsável por criar a famosa caixa marrom feita de madeira: a Brown Box. Havia seis míseros jogos feitos de pixels bem arcaicos, com apenas duas cores. De lá pra cá, vieram vários vídeo games: o famoso Atari 2600, Master system, Super Nintendo, Playstation, entre outros.
Ralph Baer: o pai do vídeo game
Na década de 80, cerca de 30 milhões de unidades do famoso Atari 2600 já haviam sido vendidas. Se você teve um, com certeza jogou Pac Man e Donkey Kong. O avanço gráfico veio com as cores e personagens, além de histórias.
Dez anos depois, há grandes avanços nos gráficos, que passam de 2D para 3D. Quem não se lembra do Super Mário 64, sucesso de vendas da Nintendo? Apesar de não ser o primeiro com essa nova tecnologia, o encanador bigodudo foi responsável por impulsionar os jogos, que passaram a ser produzidos em três dimensões. Os ambientes ainda pareciam desenhos animados, mas possibilitavam encontrar partes secretas e explorar mundos. Finalmente, os jogos saíam da tradicional fase linear. Doom, Tomb Raider (com a sex symbol Lara Croft) e Wolfenstein 3D marcaram a geração.

Foto Clara Rôças / O gráfico atual dos games de última geração

Com a chegada do novo século, Microsoft e Sony se estabelecem no mercado como rivais. Os jogadores começam a dar cada vez mais valor aos gráficos, que se tonam prioridade até para os estúdios alternativos. Há a criação dos mundos abertos e a capacidade de ser conectar a internet para jogar.
A Brown Box, considerado o primeiro vídeo game da história
A obsessão atual é a realidade aumentada nos games, fazendo com que a Nvidia – empresa que produz componentes eletrônicos - coloque no mercado placas de vídeo cada vez mais sofisticadas. A geração atual não se preocupa apenas com a capacidade gráfica do jogo, mas o seu desempenho.
O desafio para as empresas é poder conciliar os dois ao mesmo tempo sem que isso prejudique a performance do jogador. Tanto que já podemos falar em realidade virtual: óculos que possibilitam entrar no jogo como se estivesse vivendo aquilo.
Óculos de realidade virtual, será a nova aposta do playstation pro
Esta é a próxima etapa da realidade gráfica. Para alguns, o assunto pode ser polêmico: será que distinguiríamos a ficção da realidade? “Só trará algo a mais para as pessoas se distraírem e se divertirem. Inclusive, as simulações já eram usadas. Só mudará o nível de realismo. As pessoas deveriam ter medo dos filmes de terror, por causar “supostamente” danos psicológicos às pessoas. O que não acontece, continuamos a viver normalmente.”, diz a gamer Andréa Santos de 20 anos.

Se você acha que esta tecnologia está em um futuro longínquo, não se engane, pois essa é aposta da Sony com seu HDM - head-mounted display - que será lançado em breve com o vídeo game Playstation pro que vai contar com um óculos de realidade virtual.


Livros digitais podem ser uma boa alternativa de leitura

Clara Rôças 8º período
Foto: Clara Rôças / Os e-readers são leitores digitais de livros (e-books)


Os livros digitais, chamados e-books, têm como origem a velha leitura em PDF -Portable Document Format- de livros no próprio computador. O problema é que os leitores não gostavam de gastar horas arrastando a barra lateral do mouse em uma longa leitura, pois ao final a vista estava cansada.
A origem desse fenômeno se devia a vasta coletânea de livros interessantes. O motivo pode ser tanto pela afinidade digital, quanto pelo poder aquisitivo, já que livros geralmente custam caro.

Kindle da Amazon, o mais popular e-reader / Foto Clara Rôças
A história de aparelhos que permitem a leitura digital (e-Reader) tem sucesso com a empresa Amazon, embora sua ideia já tenha sido idealizada na década de 40 por Vannevar Bush e Alan Kay. O primeiro a ser comercializado foi o Rocket-ebook em 1998. No entanto, é o Kindle lançado em novembro de 2007, que ganha popularidade e vira referência em e-books. Apesar da aparência de um tablet comum (lembrando que o primeiro iPad só foi lançado em 2010), o seu objetivo principal é a leitura: a tela não é colorida, permite ajuste do tamanho da fonte, a luz é fosca e não há iluminação de fundo, portanto permite ler sem o cansaço da vista. O preço é bem mais em conta: o aparelho mais simples sai por cerca de R$ 240. Porém, a empresa já mostrou que também quer competir com a Apple ao lançar o Kindle Fire (indisponível no Brasil) que permite baixar aplicativos como twitter, facebook, jogos e até tirar fotos. O fato pode vir da existência do aplicativo de e-Reader da Amazon permitir que um comprador de um tablet tenha acesso à vasta biblioteca da empresa (que inclui livros de graça).

O Kindle conta com várias funcionalidades / Foto Clara Rôças
Mesmo sendo um aparelho eletrônico e que, ao ser descartado, prejudicará o meio ambiente, o Kindle, é uma boa opção para quem não quer amontoar a casa com livros cheios de poeira. Uma boa argumentação é que livros destroem milhares de árvores por ano, enquanto um único kindle suporta mais de mil e-books em sua memória.
Outra novidade é a possibilidade de assinar revistas e jornais por ele. Seu concorrente é o Kobo, que também usa tecnologia de tinta eletrônica. O aparelho canadense está disponível no site da Livraria Cultura na faixa de R$ 600. A livraria Saraiva também possui seu aparelho e-reader: o lev.
Houve uma grande preocupação inicial de que o Kindle acabaria com os livros, mas por agora os e-books são outra possibilidade de leitura e até uma boa forma de atrair os jovens não muito familiarizados com os livros, no entanto o aparelho luta para sobreviver em um mercado altamente competitivo e nada lucrativo.
 O mercado atualmente não é dos mais fortes, somente 3% dos livros correspondem a e-books no Brasil. Mas, há esperança de aumento. Com estatísticas tão ruins os e-books não são inimigos dos livros, mas sim, uma nova forma que junta à tecnologia com a leitura a favor de um futuro onde os jovens tenham mais cultura, informação e gosto por uma boa história.

Valores tradicionais




Mathias Marinho Dias Neto
  
 8º período



Hoje em dia a forma de Ensino do CENIM é totalmente direcionada a forma tradicional (reunião de pais, cantar o hino nacional e desfiles). O objetivo e ter uma família dentro da escola. Com respeito e carinho, é mostrado para as crianças a importância que cada um representa na convivência diária, e que através do amor se consegue encontrar melhor os caminhos que a ajudem na formação do caráter, e consequentemente no seu sucesso.






Minha base de educação

Mathias Marinho Dias Neto

   8º período



Em 1997, com o objetivo de trabalhar na educação, de acolher crianças, como seres de ensinamentos foi fundado o Centro Educacional Nilda Mendes - CENIM. Este nome e uma homenagem a Nilda Mendes Dias, mulher que celebrou o amor como fonte de inspiração. Foi um início com muitas dificuldades, pouquíssimos alunos, mas, aos poucos o trabalho desenvolvido foi galgando os degraus do conhecimento. A Instituição de Ensino, tem hoje o reconhecimento dos pais, por ser uma escola cujo o referencial é o amor as crianças.